Vale Cultura pode ser usado para a TV paga
A Ministra da Cultura, Marta Suplicy, falou sobre o benefício no painel de abertura da ABTA
A Ministra da Cultura, Marta Suplicy, falou sobre o benefício no painel de abertura da ABTA
Bárbara Sacchitiello
6 de agosto de 2014 - 9h12
O vale-cultura, benefício criado pelo governo federal e concedido pelas empresas para incentivar os cidadãos a consumirem itens de lazer e entretenimento poderá, futuramente, ser utilizado para a aquisição de pacotes de TV por assinatura. No painel de abertura da 22ª edição do Congresso da Associação Nacional de TV por Assinatura (ABTA), a Ministra da Cultura, Marta Suplicy, comentou o assunto.
“É questão de tempo para que o vale-cultura entre no campo da TV paga”, disse a Ministra, ressaltado, porém, que o governo ainda pretende ampliar o benefício para um número maior de pessoas e ter um conhecimento maior das preferências dos brasileiros.
“Se colocássemos de imediato a possibilidade de utilizar o vale-cultura para custear a TV por assinatura, certamente as pessoas não dariam preferência aos livros, teatros e espetáculos. Queremos inserir ocidadão nessa esfera cultural e, quando estivermos consolidados no projeto, estender a TV paga e a outras opções de entretenimento aos beneficiados”, explicou Marta.
A Ministra da Cultura ainda disse que 88% da verba destinada ao vale-cultura vem sendo utilizada na compra de livros. E citou as exposições realizadas na cidade de São Paulo como prova do anseio dos brasileiros por cultura. “Qualquer evento de qualidade que seja acessível ao público gera filas enormes. Isso mostra que as pessoas têm fome de conhecimento e querem se inserir no universo cultural”, ressaltou Marta.
Compartilhe
Veja também
ESPN, Disney+, RedeTV, Kwai e Desimpedidos vão transmitir a Série B do Brasileirão
Diferentes veículos negociaram os direitos para exibir a competição de futebol, que começa nesta sexta-feira, 4
TikTok tem novos possíveis compradores e futuro quase certo nos EUA
Casa Branca deve apoiar acordo que vende plataforma a investidores americanos; Amazon e OnlyFans entram na disputa pelo app chines no país