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Comunicação

China proíbe comerciais de ítens de luxo

Com o argumento de que esse tipo de publicidade incentiva a ostentação, governo do país veta inserções em emissoras de rádio e TV


7 de fevereiro de 2013 - 9h39

Anúncios de relógios, roupas e acessórios luxuosos, moedas de ouro e outros artigos premium estão proibidos nas emissoras de rádio e TV da China. De acordo com o governo, a medida tem o objetivo de combater o desperdício e a ostentação, que podem acabar promovendo valores incorretos na sociedade.

A medida é motivada pelo aquecimento comercial resultante do Ano Novo chinês – celebrado no próximo dia 10 – a mais importante data comemorativa daquele país, na qual é comum a troca de presentes é bastante comum, sobretudo entre as autoridades. De acordo com a agência estatal Xinhua, alguns comerciais de TV e rádio da China têm apresentado um número cada vez maior de produtos de luxo, ampliando a divulgação dessa categoria de produtos.

Ainda de acordo com as agências de notícias, uma das principais lutas do líder do Partido Comunista chinês, Xi Kinping, é combater a corrupção e a ostentação dentro do próprio partido e de outros órgãos governamentais. Na visão do líder, o crescimento da economia e do consumo na China vêm gerando um abismo social cada vez mais entre as classes, o que poderia alterar os valores da sociedade. A propaganda, nesse caso, é tida como um fator incentivador do consumo desnecessário. 

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