Copa deve impulsionar troca de TVs e smartphones
Pesquisa feita pela Teads aponta que brasileiros estão inclinados a aproveitar o evento para comprar novos aparelhos eletrônicos
Copa deve impulsionar troca de TVs e smartphones
BuscarCopa deve impulsionar troca de TVs e smartphones
BuscarPesquisa feita pela Teads aponta que brasileiros estão inclinados a aproveitar o evento para comprar novos aparelhos eletrônicos
Meio & Mensagem
12 de setembro de 2022 - 6h10
Vendas dos smartphones tendem a ser impulsionadas no período da Copa (Crédito: N.Z.Photography/shutterstock)
A força da Copa do Mundo para os brasileiros vai bem além da torcida. Segundo estudo realizada pela plataforma de mídia Teads, em parceria com a Global Index, 79% dos brasileiros acompanharão a Copa do Mundo, o maior percentual entre os países da América Latina.
Para assistir aos jogos com mais conforto, parte desse público pretende aproveitar a proximidade do evento para trocar seus dispositivos. Entre os entrevistados, 41% confessam ter intenção de adquirir uma nova televisão para acompanhar as partidas da Copa enquanto 24% querem aproveitar o período que antecede o Mundial da Fifa para comprar um novo smartphone.
Entre os entrevistados, 23% disseram que pretendem incrementar seu pacote de canais de TV. Na visão da Teads, isso pode indicar um cenário promissor ao período, já que a Black Friday, neste ano, acontecerá junto ao início da Copa do Mundo.
No ano passado, 1 em cada 5 brasileiros aproveitaram o período de ofertas da Black Friday para fazer suas compras de Natal. Para 2022, as categorias que concentram as maiores intenções de compras são vestuário (58%), tecnologia (57%), smartphones (54%), áudio (49%) e TV (48%).
Compartilhe
Veja também
Natura usa drones com inteligência artificial para mapear Amazônia
Parceria com a startup Bioverse resultou no maior inventário florestal já feito por sobrevoo de drones na região
Como as tarifas sobre automóveis afetarão os investimentos em marketing
Orçamentos poderão ficar apertados conforme os preços aumentam e as taxas do governo Trump trazem mais incerteza para o mercado