A importância de realizar coisas que não são produtivas
Atividades que relaxam são valiosas porque representam o contraponto aos períodos em que buscamos eficiência e resultados
A importância de realizar coisas que não são produtivas
BuscarAtividades que relaxam são valiosas porque representam o contraponto aos períodos em que buscamos eficiência e resultados
2 de abril de 2025 - 9h03
(Crédito: Shutterstock)
Vivemos em uma sociedade que valoriza a produtividade e a eficiência acima de tudo. Eu, particularmente, sinto-me muito bem quando sou produtiva. Aliás, quando me pergunto o que me estimula, ser produtiva está no topo da lista.
Contudo, é inegável que estamos constantemente sendo estimuladas a fazer mais, produzir mais e ser cada vez mais eficientes. No entanto, pensando bem, nem todas as atividades que realizamos precisam ser produtivas para terem valor.
Existem diversas atividades que podemos realizar que não são necessariamente produtivas, mas que fazem bem para nossa mente, corpo e alma, proporcionando momentos agradáveis. Por exemplo, ler um livro por prazer, ouvir música, passar um creme com calma ou simplesmente sentar e não fazer nada.
Essas atividades podem não ser vistas como “produtivas” no sentido tradicional, mas têm um valor imenso para nossa saúde e bem-estar. Elas nos permitem relaxar, reduzir o estresse e aumentar nossa criatividade e inspiração.
Além disso, dedicar tempo a atividades que não são produtivas pode nos ajudar a desenvolver habilidades e interesses não relacionados ao nosso trabalho ou responsabilidades. Isso contribui para que a gente tenha uma vida mais equilibrada e satisfatória.
No fim, ser produtivo é mais gratificante quando combinado a momentos em que o foco não é a produtividade. Atividades que nos relaxam são valiosas porque representam o contraponto aos períodos em que buscamos eficiência e resultados; esses momentos se complementam.
A verdadeira sabedoria está em encontrar um bom equilíbrio entre os dois momentos, que é algo muito pessoal e cada uma de nós deve buscar com sinceridade e sem cobranças.
Compartilhe
Veja também
A liderança por trás da nova fase da Orquestra Sinfônica Brasileira
Primeira mulher a comandar uma orquestra sinfônica no Brasil, a vice-chair e CEO da FOSB fala sobre o papel da cultura para o desenvolvimento social
Participação feminina em conselhos é tema de novo livro
Obra escrita por mais de 30 conselheiras de destaque no Brasil aborda desafios e impactos da liderança das mulheres na governança corporativa