Tendências da macroeconomia num ano atípico
Tendências da macroeconomia num ano atípico
Tendências da macroeconomia num ano atípico: quais são?
Este ano, não há Copa do Mundo, Olimpíada ou festival da magnitude do Rock in Rio, os quais, por si só, são capazes de mobilizar marcas globais, com desdobramentos locais, como é o caso da Copa e dos Jogos Olímpicos.
Já um evento como o Rock in Rio atrai as empresas interessadas em fazer ações durante o festival e cair nas graças do público com atividades e iniciativas que promovam engajamento e interatividade.
Atrações esportivas e do entretenimento
Claro que 2025 tem atrações esportivas e do entretenimento.
Este ano, na área de shows e festivais, tem edições do Lollapalooza, Popload e The Town, e celebridades como Shakira, Justin Timberlake, Linkin Park, Katy Perry e Oasis se apresentarão no Brasil.
Já no mundo esportivo, além dos campeonatos estaduais e nacional de futebol, o País sedia eventos internacionais, entre os quais o GP de F1 de São Paulo, o Campeonato Mundial de Ginástica Rítmica, a Maratona Internacional de São Paulo e a NFL Brasil.
De qualquer forma, é óbvio que Copa do Mundo e Olimpíada superam os demais eventos em audiência e engajamento e, sobretudo, lidam com a emoção do público.
Macroeconomia
Num ano atípico, portanto, como as marcas podem direcionar seus patrocínios, campanhas e ações entre os eventos esportivos e de entretenimento?
Ou como podem usar os diversos meios – TV, internet, cinema, OOH – para diversificar a abrangência do marketing?
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Bruno Carazza, professor associado da Fundação Dom Cabral
Bruno Carazza é professor associado da Fundação Dom Cabral