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Dez tendências de comunicação para o público infanto-juvenil em 2025

Kids Corp. aponta a preocupação com excesso de conectividade e a abordagem de questões ambientais como pilares para as marcas que queiram se comunicar com os mais jovens


27 de fevereiro de 2025 - 10h20

tendências infanto-juvenil

(Crédito: Shutterstock)

Gerações que crescem em um ecossistema digital dinâmico e complexo terão, certamente, hábitos e estilos de consumo e de organização social bem diferente das gerações anteriores.

Para tentar entender como essas transformações tecnológicas e comportamentais impactam o consumo de crianças e adolescentes, a Kids Corp. elaborou um e-book, com dez tendências a respeito desses grupos.

A proposta da empresa é oferecer uma visão um pouco mais aprofundada das relações de crianças e adolescentes com consumo de conteúdo, escolha de marcas e interatividade, a fim de orientar como as empresas que se relacionam com esse público podem construir conexões mais genuínas.

As dez tendências para o segmento infanto-juvenil

Em um mundo de excessivas conexões, o bem-estar digital começa a entrar na pauta dos adultos e também das crianças. Essa foi uma das tendências observadas pela Kids Corp, junto de maior valorização da música e autenticidade nas narrativas, entre outras. Veja, abaixo, a lista das 10 tendências:

1- Do ‘Brain Rot’ ao bem-estar digital
Segundo a Kids Corp, a geração Z já começou a reavaliar sua relação com as redes sociais, bem como os possíveis impactos negativos da hiper conexão. Isso não significa, contudo, que os mais jovens abandonarão o universo digital, mas que eles demandam por experiências que priorizem o bem-estar emocional e que lhes entreguem conteúdos relevantes, com os quais eles tenham vontade de interagir.

2- Storytelling e autenticidade
As novas gerações tendem a priorizar conteúdos mais autênticos e elaborados, com menos superficialidade e com elementos que lhes despertem alguma emoção. Com olhar mais crítico, eles já exigem, no ambiente digital, experiências que sejam criativas e, ao mesmo tempo, inovadoras.

3- Do ‘Googlear’ a criar
Algumas pesquisas já mostraram que os tradicionais buscadores, como o Google, não tem sido mais o centro de buscas das gerações Z e Alpha, que preferem combinar ferramentas e plataformas que lhes tragam resultados mais visuais, com vídeo e áudio. Nesse cenário, a inteligência artificial tem papel importante para incrementar as ferramentas de busca e apresentar novas formas de criação de conteúdo para o ambiente digital.

4- A Revolução Sonora
Embora a música tenha sido um elemento presente e alicerce no consumo de conteúdo de diversas gerações, ela ganhou um papel ainda mais aprofundado entre aquelas que cresceram consumindo música, podcasts e outros conteúdos em plataformas digitais. Nesse aspecto, a personalização e o compartilhamento de experiências – como as playlists que expressam o sentimento de cada usuário – ganham ainda mais força.

5- Newstalgia
Não são apenas os millenials que podem ser considerados nostálgicos. Os membros da geração Alpha já vem dando novos significados a ícones do passado, de forma a conectá-los com seu estilo e cultura atual. A redescoberta do filme Lilo & Stitch é exemplo da união do passado com algo moderno. E, nesse contexto, ainda cabem a volta de algumas atividades clássicas, como brincadeiras de jogos de tabuleiro ou de bolas de gude.

6- A reivindicação do off-line
Embora boa parte da vida de todas as pessoas aconteça já no ambiente digital, os esportes e outros eventos ainda mostram o quanto as experiencias reais são valiosas. Para crianças e adolescentes, as ativações e atividades que propiciem conexão, inclusive com os adultos, ganham mais valor e, também, geram conteúdo para as redes sociais, em uma retroalimentação dos universos real e virtual.

7-Tecnologia, medição e criatividade
Conhecer bem os hábitos das novas gerações não adianta se as marcas não conseguirem ferramentas eficientes para segmentar o público-alvo e levar mensagem bem direcionadas e personalizadas. A combinação entre criatividade e uso inteligente de dados tende a construir relações de consumo mais duradouras.

8- STEM Brinquedos
Os chamados brinquedos STEM (sigla que, em inglês, expressa os itens que combinam ciência, tecnologia, engenharia e matemática) já estão redefinindo o aprendizado. Brinquedos que são capazes de entreter, divertir e, ao mesmo tempo, ensinar conceitos e desenvolver habilidades ganham espaço.

9- Geração Beta
O ano de 2025 marcou a início de uma nova geração: a Beta, que, compreenderá as pessoas que nascerem até 2039. Ao mesmo tempo em que esses futuros consumidores viverão a infância e adolescência na era da inteligência artificial, terão de enfrentar, ainda em maior grau, problemas climáticos e desastres ambientais. Comunicar-se com essa geração, portanto, passará diretamente por uma postura que considere o meio-ambiente e a sociedade como pilares.

10- O acesso ao conteúdo
Na infância, o YouTube acaba sendo a principal tela pela qual os pequenos interagem com conteúdo. Já a partir dos 13 anos, no início da adolescência, quando costumam acessar mais os smartphones, eles vão tendo acesso a mais plataformas sob demanda para fazer sua escolha. Isso não significa que eles abandonem um canal em detrimento de outro, mas sim que as diversas plataformas coexistam e tenham sua importância no cotidiano.

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