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Comunicação

Como a Fini quer recuperar a conexão entre as pessoas

Marca apresenta curta-metragem produzido pela brasileira Zombie Studio que inicia seu novo posicionamento e que reflete sobre conexões reais


3 de abril de 2025 - 16h10

Poster do curta-metragem criado pela Fini (Crédito: Divulgação)

Poster do curta-metragem criado pela Fini (Crédito: Divulgação)

A história de um jovem aprendiz de cupido que tem a missão de unir Noah e Emma, um casal que se cruza todos os dias no metrô, mas que não se vê por estarem imersos em seus celulares é a narrativa do curta-metragem “Fallin’ in Love”, de Fini, que estreia nesta quinta-feira, 3, na Espanha.

O filme faz parte da estratégia de comunicação global da marca de doces que busca provocar uma reflexão sobre as conexões reais e convida o público a viver os momentos offline.

“Percebemos que as pessoas estavam desconectadas, algumas preferiam dar um like, do que um abraço. Tínhamos que trazer uma reflexão sobre isso”, diz Pablo Moreno, CMO Global da The Fini Company.

Para isso, a marca contou com a produtora brasileira Zombie Studio para desenvolver a animação que aborda os tempos contemporâneos e reforça o poder da experiência real, além de simbolizar o início de um novo momento da comunicação da empresa, além de reforçar a sua presença internacional e se posicionar como um lifestyle brand.

Além da produtora, a comunicação teve a Bumblebeat, como estúdio de áudio e a Crush como agência de comunicação.

Embora seja um projeto de grande investimento, Fini decidiu, nesse momento, não usar o filme para expor  sua marca, produtos e nem um guide de cores durante a animação, apostando apenas na mensagem e o que ela representa. Moreno explica que a companhia optou por seguir assim, porque o intuito não é apenas aumentar as vendas, mas sim passar um ensinamento com um propósito. O diretor reforça que querem ser uma marca que vai além dos doces.

Por isso, a Zombie decidiu trabalhar as cores de forma sutil, com uma linguagem que impactasse de forma positiva quem fosse assistir. “Hoje temos um poder muito grande que é poder pular o vídeo. Comecei a perceber que as marcas estão perdidas, não estão sabendo se conectar com seu público”, afirma Paulo Garcia, diretor da produtora.

O executivo completa alegando que a companhia construiu a narrativa com a grandiosidade que precisava. “Quando eu vi o projeto da Fini, percebi que era uma marca tentando falar algo interessante para contar uma história. O entretenimento e a propaganda viraram a mesma coisa”.

Relação com o Brasil

Apesar de já ter sido apresentado na Espanha, o curta-metragem chega ao Brasil somente final de abril, exibido no YouTube da marca. Além disso, a Fini trabalhará o conteúdo nas redes sociais e outras plataformas, com uma estratégia de mídia e cinema para levar a mensagem para todas as pessoas, com um foco em expandir a conversa com a Geração Z e com os novos pais.

Moreno explica que estão pensando em uma estratégia que presenteará os consumidores com experiências, já que o desejo da empresa é que todos tenham acesso a essa mensagem. “Queremos recuperar o apaixonamento. Paixão é olhando nos olhos. Vamos criar um Fini experience para levar esse curta para todas as pessoas”, avalia.

No Brasil, a empresa de doces aposta em uma estratégia ampla para o desenvolvimento de seu portfólio. Produtos endêmicos, como a parceria com a Sodiê para a linha de bolos e milkshakes nos sabores Beijos e Dentaduras, ou fora do segmento alimentar, como as collabs com a Cimed das linhas de Carmed Fini e de produtos de higiene bucal.

O País é um polo relevante para a marca, por isso tem uma representação importante na estratégia de divulgação do curta. “O Brasil é o coração da Fini. Minha inspiração veio daí”, afirma o CMO da marca.

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